domingo, 22 de maio de 2011

Resíduos orgânicos, uma solução sustentável.

A partir de 2012 entra em vigor a lei número 12.305/10 que trata da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Esta lei exige que os governos municipais e estaduais tracem planos para que seja atendido o conteúdo mínimo da referida lei. Além disso, esta lei aborda a responsabilidade compartilhada sobre os resíduos sólidos. Isto inclui também os consumidores, conforme segue:

"Os consumidores são obrigados, sempre que estabelecido sistema de coleta seletiva pelo plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos (...) a acondicionar adequadamente e de forma diferenciada os resíduos sólidos gerados e a disponibilizar adequadamente os resíduos sólidos reutilizáveis para coleta ou devolução." 

Segundo a Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Paraná, 52,5% dos resíduos domiciliares no Brasil são orgânicos. Nós sabemos que praticamente a totalidade destes resíduos é descartada em ateros sanitários, quando estes existem. O que nem todos sabem é que cerca de 60% dos municípios brasileiros não tem aterros sanitários e descartam esses resíduos nos famosos "lixões". As quantias gastas pelos municípios para transportar e dar o devido fim a todo este resíduo orgânico são milionárias.

Na Suécia a compostagem local é uma das soluções mais interessante para este problema. Aliando o processo natural de decomposição dos resíduos orgânicos e tecnologia para acelerá-lo e facilitar sua utilização, a compostagem local pode ser realizada facilmente no local onde os resíduos orgânicos são gerados. 

Com a compostagem os resíduos orgânicos transformam-se em um adubo, rico em nutrientes para as plantas e podem retornar a natureza de uma forma sustentável, evitando a contaminação do solo e das águas. Além disso, os custos de transporte e descarte de resíduos orgânicos em aterros podem ser eliminados. A quantidade de caminhões de coleta nas ruas pode ser reduzida, com isso tem-se uma menor queima de combustíveis, os aterros passam a ter uma maior vida útil e, com os resíduos orgânicos separados dos demais, fica muito mais fácil a reciclagem dos outros materiais.

A partir de 2012 temos a responsabilidade perante a lei sobre os resíduos sólidos, mas podemos desde já, tratarmos nossos resíduos orgânicos de forma sustentável. Você está fazendo a sua parte?

Veja a lei na íntegra. Link para site do planalto. 

Fonte: www.jorabrasil.com.br com adaptações

sábado, 21 de maio de 2011

DMC Delorean 30 anos depois.

Esta matéria é para todos aqueles que passaram a infância ou a adolescência nos anos 80. Embora a reportagem não trate apenas do Delorean, este serviu de base para a construção do que poderia ser chamado de Frankenstein sobre rodas

Matéria do site techtudo com adaptações.

A maioria das pessoas normalmente baba por carros elegantes e sexys como Ferrari ou Lamborghini, mas os geeks e nerds valorizam muito mais carros como o DeLorean, a máquina do tempo do filme 'De volta para o futuro'.

Ernie Cline criou um carro chamado Ecto88 usando como inspiração quatro carros que são famosos em filmes ou séries. Tomou como base um DeLorean DMC-12 com 30 anos de idade e adicionou detalhes de outros carros, como um pouco do Kitt de "A Super Máquina", um detalhe do Jet Car do filme "Buckaroo Banzai" e pra finalizar, uma pitada do Ecto-1 do clássico "Ghostbusters".

O DeLorean de Ernie não é apenas mais um mod, pois ele possui um capacitador de fluxo "de verdade" que funciona ligado ao isqueiro do carro. As clássicas portas do DeLorean, que abrem para cima em forma de asas, podem ser controladas por um controle remoto, assim como o capacitador de fluxo. Já no interior do automóvel, Ernie colocou uma tela touchscreen que é usada para controlar a navegação via GPS, bem como sistemas de iluminação e músicas.

Já deu pra perceber que o criador do carro tem uma boa imaginação, pois ele conseguiu projetar um veículo que pode viajar no tempo, que lhe ajuda a caçar fantasmas e que ainda fala com você como o carro da série Super Máquina.

O Ecto88 é com certeza o carro mais geek que já foi criado. Ernie conta que planeja viajar pelos Estados Unidos com o carro, com o objetivo de promover o lançamento do seu livro.

Além disso tudo, esse Delorean possui o mesmo efeito de luz do carro K.I.T.T. da Super Máquina, só que em azul ao invés de vermelho. Ernie inclusive brinca dizendo que provavelmente é proibido dirigir com as luzes ligadas, mas ele não se importa, pois seu carro ficou muito bom para se preocupar com essas coisas. Ele deve estar certo, afinal de contas, qualquer problema é só acionar o capacitador de fluxo e voltar ao passado, não é mesmo?


Já sabemos que a DMC não existe mais, mas o que vai durar para sempre é a paixão por este carro imortalizado no filme "Back To The Future"

Ecto88, um carro que mistura automóveis famosos

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Cicloturismo: A Volta de Dorotheya. Parte 4. Costa oeste

Minha chegada em Guaira foi num domingo e não podia ser num pior dia, ou seja, nada para fazer. Depois de me hospedar no hotel das Gaúchas já às 11:30 resolvi explorar a cidade, desta vez debaixo de chuva. 

O que eu mais curti (somente depois descobri que era proibido) foi andar a pé um bom trecho da ponte Ayrton Senna que liga o Paraná ao Mato Grosso do Sul (e tome mais chuva).
Ponte Ayrton Senna, o restante a própria placa diz.
 Guaira é uma cidade bem bonita, mas como dito, cidade pequena em dia de domingo, tudo fechado, museus, balsa ou qualquer outra possibilidade de diversão. O que distraiu um pouco foi andar de bike pela cidade (quando a chuva finlmente parou) e fotografar alguns dos pitorescos telefones públicos existentes por lá.





A saudades estava apertando, e ainda tinha muito caminho pela frente, o emocional atrapalha as vezes mas faz parte do jogo, de tudo que treinei e planejei, esqueci disso.

Acordar não tem sido nada fácil, as pernas doem e o corpo já não obedece direito. Tudo pronto, antes de pegar a estrada, mesmo sabendo da proibição, resolvi atravessar a ponte, desta vês de bike, 3.600 metros de ida e 3.600 metros de volta só para dizer que passei a ponte.
Ponte em obras fluxo em um único sentido de cada vez.
A costa Oeste foi o melhor dos meus caminhos, descida (é claro) e belas paisagens com cidades com ares europeus, muitas pontes e estadas não tão boas assim. 
Ares Europeu na descida da costa oeste.
No forte calor qualquer sombra vale.


Água que não acaba mais, ou acaba?

Mural de vidro em um parque municipal de Santa Helena.

Depois de 14 dias na estrada com muito sol e calor fiquei parecendo uma zebra.
Há, este blog também é sobre fotografia, que tal esta?

Regular condições de algumas das estradas

Cadê minha bicicleta?
 Chegar a Foz do Iguaçu representou aproximadamente 50% da viagem, o meu primeiro e único dia de descanso e a expectativa do que eu teria pela frente durante o retorno para casa. Não perca nos próximos posts.

domingo, 1 de maio de 2011

1º de maio 2011 = 17 anos sem Ayrton Senna

Recentemente minha irmã me surpreendeu com a seguinte pergunta: "onde você estava em 1º de maio de 1994?" Pensei, pensei e não soube responder. Em seguida ela refez a pergunta: "Onde você estava no dia em que o Ayrton Senna morreu?" A resposta veio na hora.

Hoje, domingo de chuva (pelo menos agora às 06:25 da manhã aqui no meu trabalho) cai a ficha de que hoje faz 17 anos desde sua morte. D E Z E S E T E (parece que foi ontem)

Seja no adesivo na minha moto, minha camiseta, boné ou ainda da lembrança de qualquer brasileiro Ayrton ainda será lembrando por muitos anos e muitos anos.

Para sempre Ayrton Senna.

sábado, 30 de abril de 2011

Sanepar apoia o uso de bicicleta como transporte alternativo

Aconteceu nesta sexta-feira (29), na sede de Curitiba, a primeira edição da EcoProsa, uma reunião informal idealizada pela Diretoria de Meio Ambiente (DMA). O evento, que teve como tema “A bicicleta como meio de transporte para o trabalho”, reuniu 45 pessoas.

Para Carlos Iran Chiarello, analista de sistema da Unidade de Serviço Tecnologia da Informação (USTI), que utiliza a bicicleta desde 2006 como veículo de transporte para o trabalho, a reunião foi “nota dez”. “Foi muito proveitoso, pois até pude dar algumas sugestões ao diretor de Meio Ambiente”. Uma delas é a construção de um vestiário apropriado, com duchas e armários, para o uso de ciclistas. “Com isso, mais pessoas viriam ao trabalho de bicicleta”, afirma. 

Ciclista desde os 16 anos de idade, a agente administrativa na Unidade de Serviço Jurídica (USJU) Eudália Vieira de Paulo concorda com o colega. “Sou ciclista febril, e só não venho trabalhar de bicicleta pela falta de uma estrutura adequada”, revela.

A ideia da DMA é reunir mensalmente os empregados para um debate informal sobre atitudes ambientais que possam ser aplicadas no cotidiano.

Fonte: intranet Sanepar com adaptações.

Eu como um bom ciclista e funcionário da empresa não poderia deixar de ir. Esperança de bons projetos.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Concurso Correios: saiba onde se preparar.

Click na foto para ampliar
Se você vai fazer o concurso para os Correios, saiba que ainda da tempo de assistir algumas aulas interessantes. Entre em contato com o professor Canda e ele lhe passa maiores detalhes.

Boa sorte aos melhores preparados

Administrador Curitiba das 9 vagas uma é minha.

O Casamento é Real. Os comentaristas irreais.

“O que será que passa pela cabeça dela nessa momento?”, pergunta Daniela Albuquerque, ao vivo, na Rede TV!. “Tô rica!”, responde, sarcástico, Evandro Santo, na única resposta possível a uma questão boba. O diálogo dá uma boa mostra do que foi a cobertura do casamento real na TV brasileira. As imagens não poderiam ser mais belas: câmeras espalhadas por Londres, uma grua que captava imagens aéreas dentro da abadia de Westminster e detalhes mil que não passaram despercebidos. Uma pena que as imagens tenham ficado em segundo plano durante a exibição matrimônio do Príncipe William com Kate Middleton.

A ansiedade se mostrou a maior das inimigas dos âncoras brasileiros. Eram 13 canais transmitindo ao mesmo tempo. Todos tentaram mostrar nuances de um evento visto por 2 bilhões de pessoas em todo o mundo. Ainda assim, no afã de chamar ainda mais atenção do que os protagonistas da história, houve quem preferisse falar da luva rasgada do noivo. Houve também quem precisou se dividir nas funções de apresentadora e tradutora, caso de Ana Paula Padrão, que chegou a chamar William de Harry algumas vezes. E houve quem se preocupasse com questões bizantinas. Carlos Nascimento, do SBT, enquanto via a noiva no altar, perguntou: “Ela já é princesa neste momento?”. Detalhes técnicos também estiveram na Globo: Renato Machado sabia de cor a raça dos cavalos que puxavam as carruagens. Sinceramente: faz diferença?

Cobertura minuto a minuto tem dessas coisas. Mas é preciso saber dosar. Por vezes, tagarelar menos e deixar que as imagens falem por si é necessário. Claro, comentários de moda que classificam o vestido da nova princesa de “severo” ou falam dos quadris largos das convidadas têm seu espaço. Mas, em determinados momentos, na falta do que falar, é melhor não fazê-lo. Afinal, ninguém precisa ouvir dezenas de vezes frases como “ela está lindíssima” ou “que chique”, como fez Daniela na Rede TV!, a mesma que disse que era bom ver “uma religião tão bem abordada”. O repertório da apresentadora, aliás, era vasto e criou pérolas como: “A rainha é como se fosse uma Hebe Camargo”. Outra comentarista na mesma emissora, também dedicou uma crítica ao vestido de Kate Middleton: “Ela estava de farol aceso”. Difícil de acreditar. Na Band, até mesmo o patriotismo achou seu espaço: “Olha a bandeira brasileira lá. Tá enrolada mas é nossa!”. No quesito cobertura de grande eventos, alguns de nossos âncoras ainda têm de comer bastante feijão com arroz.

Fonte: colunistas.ig.com.br/natv